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Tecnologia & Gestão7 min

LGPD para psicólogos e psicopedagogos: cuidados com dados profissionais

Princípios práticos para organizar dados pessoais e sensíveis em rotinas de psicologia, psicopedagogia e equipes multidisciplinares.

Dados de saúde exigem atenção elevada

Rotinas clínicas e educacionais podem envolver dados pessoais e dados pessoais sensíveis. Isso exige cuidado com acesso, finalidade, compartilhamento, armazenamento e descarte.

A tecnologia utilizada precisa fazer parte de um processo maior de governança, e não ser tratada como solução isolada para conformidade.

Colete apenas o que tem finalidade definida

Antes de registrar uma informação, é importante saber por que ela é necessária, quem precisa acessá-la e por quanto tempo deve ser mantida.

Reduzir coleta desnecessária também reduz exposição e complexidade operacional.

Controle de acesso e rastreabilidade

Perfis de acesso, autenticação e registros de ações ajudam a limitar quem pode visualizar ou alterar informações.

Além da ferramenta, a instituição ou profissional precisa definir procedimentos internos compatíveis com suas obrigações legais, éticas e profissionais.

Perguntas frequentes

Usar uma plataforma torna o profissional automaticamente adequado à LGPD?

Não. Conformidade depende de processos, bases legais, governança e práticas adequadas, além das características técnicas da ferramenta.

Dados de saúde são considerados sensíveis?

Sim. A LGPD classifica dados referentes à saúde como dados pessoais sensíveis.

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