LGPD para psicólogos e psicopedagogos: cuidados com dados profissionais
Princípios práticos para organizar dados pessoais e sensíveis em rotinas de psicologia, psicopedagogia e equipes multidisciplinares.
Dados de saúde exigem atenção elevada
Rotinas clínicas e educacionais podem envolver dados pessoais e dados pessoais sensíveis. Isso exige cuidado com acesso, finalidade, compartilhamento, armazenamento e descarte.
A tecnologia utilizada precisa fazer parte de um processo maior de governança, e não ser tratada como solução isolada para conformidade.
Colete apenas o que tem finalidade definida
Antes de registrar uma informação, é importante saber por que ela é necessária, quem precisa acessá-la e por quanto tempo deve ser mantida.
Reduzir coleta desnecessária também reduz exposição e complexidade operacional.
Controle de acesso e rastreabilidade
Perfis de acesso, autenticação e registros de ações ajudam a limitar quem pode visualizar ou alterar informações.
Além da ferramenta, a instituição ou profissional precisa definir procedimentos internos compatíveis com suas obrigações legais, éticas e profissionais.
Perguntas frequentes
Usar uma plataforma torna o profissional automaticamente adequado à LGPD?
Não. Conformidade depende de processos, bases legais, governança e práticas adequadas, além das características técnicas da ferramenta.
Dados de saúde são considerados sensíveis?
Sim. A LGPD classifica dados referentes à saúde como dados pessoais sensíveis.
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